Nova Ibiá Funcionários público recorrem ao Ministério Público para que prefeito pague salários atrasado - APUAREMA 24HORAS

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Nova Ibiá Funcionários público recorrem ao Ministério Público para que prefeito pague salários atrasado

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Já são 3 meses de salários atrasados, mais férias, e nada se resolve entre prefeitura e funcionários da educação da cidade de Nova Ibiá, cerca de 240km da capital Salvador. Os professores já recorreram ao Ministério Público, Sindicatos, já apelaram para rádios, jornais, entre outros veículos de mídia, convocaram pais de alunos e comunidade local para abraçarem a causa, mas nada tem adiantado para resolver o problema.
O prefeito Fábio Moura leva a situação com chacota, chegando ao ponto de tentar negociar com os professores o pagamento apenas de 1 salário e parcelar o restante do débito em 10x, deixando assim o débito para a próxima gestão.
O que mais intriga não só os professores, como também a população é, onde está o dinheiro do FUNDEF, FUNDEB e todos os outros investimentos da cidade enviados para educação? Qual é o argumento da Justiça e do MP em não acatar as reivindicações dos profissionais e não pressionar o gestor a quitar o débito? “São famílias passando necessidades, professores endividados, desespero de muitos, e nada, absolutamente nada da justiça e nem do poder municipal, estamos indignadas”, frustra – se uma das professoras do município.
Lembrando que as contas de 2013 foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, e determinou que o gestor devolva R$ 59.870,90 aos cofres municipais, com recursos pessoais, por pagamentos de adicionais de insalubridade sem respaldo legal. O relator do parecer, conselheiro Raimundo Moreira, o multou ainda em R$ 20 mil pelas falhas contidas no relatório.
O TCM teria constatado ausência de licitação para contratação do Sistema Sustentável de Apoio Técnico (Sisat) com valores que somam R$1.233.521,30, fragmentações de despesas que burlaram o processo licitatório, além de 27 casos de processos de dispensas ou inexigibilidades não encaminhados ao TCM, que chegaram a R$3.047.613,97.
O relatório técnico teria apontado também o recolhimento das contribuições previdenciárias dos servidores em valores menores aos retidos nas folhas de pagamentos, contratação irregular de servidores, despesas com juros e multas por atraso de pagamentos e a acumulação ilegal de cargos de diversos servidores.
Fonte: Ganduzão

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