Justiça manda soltar o vice-presidente do Facebook em São Paulo - APUAREMA 24HORAS

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Justiça manda soltar o vice-presidente do Facebook em São Paulo

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 (Foto: Reprodução)

O vice-presidente do Facebook Brasil, Diego Dzoran, preso nesta terça-feira (1) pela Polícia Federal, em Guarulhos, teve o pedido de liberdade concedido na madrugada desta quarta (2). A Justiça decisão foi do desembargador plantonista Ruy Pinheiro da Silva, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).
 Dzorean estava no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo. O pedido de prisão foi feito pelo juiz de Sergipe, Marcel Maia Montalvão, por descumprimento de ordem judicial.
A decisão judicial ocorreu após a empresa ter descumprido ordem para quebrar o sigilo de mensagens de investigados por suspeita de tráfico de drogas. As mensagens foram trocadas pelo aplicativo WhatsApp, comprado pelo Facebook em 2014.
Dzodan seguia para o trabalho no Itaim Bibi, em São Paulo, quando foi preso. Ele prestou depoimento na Polícia Federal. Advogados da empresa entraram na Justiça com pedido de habeas corpus.
Em nota, a assessoria de imprensa do Facebook no Brasil disse que a prisão de Dzoran é extrema e desproporcional. "Estamos desapontados com a medida extrema e desproporcional de ter um executivo do Facebook escoltado até a delegacia devido a um caso envolvendo o WhatsApp, que opera separadamente do Facebook. O Facebook sempre esteve e sempre estará disponível para responder às questões que as autoridades brasileiras possam ter", diz porta-voz do Facebook.
Segundo o juiz da comarca de Lagarto, em Sergipe, Marcel Montalvão, a empresa de tecnologiadescumpriu ordens de repassar à Justiça informações "imprescindíveis para produção de provas a serem utilizadas em uma investigação de crime organizado e tráfico de drogas".
Segundo o G1 São Paulo, há quatro meses, o juiz pediu que o Facebook informasse o nome dos usuários de uma conta no WhatsApp que trocava informações sobre drogas. 
A empresa não informou os dados e a Justiça determinou multa diária de R$ 50 mil há dois meses. Ainda segundo a publicação, como a empresa ainda assim não cumpriu a determinação, o valor foi elevado para R$ 1 milhão há 30 dias. *G1

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