APUAREMA: OUTUBRO ROSA; SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE MAMA COM DILLAS SOUZA - COORDENADOR DA SAMU - APUAREMA 24HORAS

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APUAREMA: OUTUBRO ROSA; SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE MAMA COM DILLAS SOUZA - COORDENADOR DA SAMU

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O câncer de mama é o tipo mais comum na população feminina mundial e brasileira, depois do câncer de pele. Sobre ele é possível afimar que, o modo de vida nas sociedades modernas aumenta o risco da doença. Justificativa: A incidência do câncer de mama vem aumentando em todo o mundo, especialmente por conta do estilo de vida nas sociedades modernas. A redução do número de filhos e da prática do aleitamento materno, primeira gestação tardia, sedentarismo, obesidade ( especialmente após a menopausa), o consumo de álcool, entre outros, são fatores que aumentam o risco de câncer de mama. O risco de desenvolver a doença aumenta principalmente a partir dos 50 anos. Alguns mitos sobre o câncer de mama, como mamas volumosas representam maior risco de desenvolvimento da doença, outro mito é o uso de desodorante antitranspirante causa câncer de mama. Mas é verdade quando se diz que os homens também podem ter câncer de mama, embora em percentual significativamente menor quando comparado às mulheres (apenas 1% do total de casos). Fatores de proteção do câncer de mama são: Aleitamento materno, prática de atividade física, redução do consumo de bebidas alcoólicas e manuntenção do peso corporal adequado diminuem o risco de câncer de mama. Este tipo de câncer é influenciado pelos hormônios femininos, e algumas situações da vida reprodutiva aumentam o risco da doença. Dentre elas, destacam-se: Não ter tido filhos e não ter amamentado, quanto maior a exposição ao hormônio estrogênio, maior o risco de desenvolver câncer de mama. Esta exposição ocorre naturalmente no próprio organismo e é favorecida nas seguintes situações da vida reprodutiva: primeira menstruação antes dos 12 anos, não ter tido filhos, não ter amamentado e menopausa tardia. O principal sinal/sintoma suspeito de câncer de mama é nódulo mamário persistente e endurecido, outros sinais são: endurecimento de partes da mama; mudança na pele (retração ou aparência de "casca de laranja"); saída espontânea de líquido do mamilo; vermelhidão ou mudança na posição ou formato do mamilo; nódulo no pescoço ou nas axilas. Pesquisas demonstram que o benefício do rastreamento com mamografia é maior entre 50 e 69 anos e que existe maior incerteza sobre os benefícios e maiores riscos em mulheres fora dessa faixa etária. A mamografia permite melhor identificação das lesões em mulheres após a menopausa. Antes disso, as mamas são mais densas e a sensibilidade da mamografia fica reduzida, gerando maior número de falsos-negativos (resultado negativo para paciente com câncer). Em mulheres com menos de 50 anos, a prevalência do câncer de mama é menor, diminuindo o benefício do rastreamento e aumentando o número de falsos-positivos (resultado positivo para câncer em pacientes sem câncer), gerando exposição desnecessária à radiação e a mais exames. O que é exame clínico das mamas? É a palpação das mamas por um médico ou enfermeiro treinados. Está técnica pode detectar tumores superficiais a partir de 1 cm. A atenção primária à saúde (Estratégia Saúde da Família ou Posto de Saúde) é responsável por acompanhar as mulheres na rotina e por avaliar inicialmente a mulher com alterações suspeitas da mama. Confirmada a suspeição, a mulher será encaminhada para a atenção secundária (clínicas especializadas) para prosseguir a investigação diagnóstica. Confirmado o câncer (pelo laudo da biopsia), a mulher será encaminhada para tratamento na atenção terciária (hospital especializado). A atenção primária deve priorizar o atendimento da mulher sintomática, que apresente sinais ou sintomas de câncer de mama.

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